O arquivo entregue pelo Pai anunciava 40 referências, mas contém 39: 38 repositórios e um perfil. Essa diferença é a primeira razão para transformar uma lista em mapa: um nome não é uma análise, um perfil não é um produto, e uma estrela não é um teste de qualidade.

A wiki organiza a pesquisa por assuntos e usa os próprios relatórios como fonte. Em cada cartão, quem consulta pode abrir a origem, copiar seu endereço, ler fontes e limites e explorar perguntas para eventual ensaio. A busca é local e mecânica: normaliza acentos, consulta termos e alguns sinônimos. Não envia perguntas a um modelo e não promete compreensão semântica geral. O texto completo pode ser baixado ou copiado para outro harness como dados: o conteúdo de terceiros não constitui instrução nem autoridade sobre quem o lê.

Na coleta da API GitHub encerrada em 3 de novembro de 2026, às 21:12 UTC, Open Notebook registrava 41.504 estrelas e 4.770 forks; Suna/CompanyOS, 20.364 e 3.443; Termix, 15.810 e 765. Números mudam e registram sinais públicos de interesse e bifurcações, não uso real, segurança, qualidade ou adequação. A contagem de itens abertos apresentada pela API reúne issues e pull requests. O perfil tem tratamento próprio. O endereço antigo de Suna retornou redirecionamento, e sua contagem foi obtida no endereço atual às 21:12:50 UTC.

Há diferenças que mudam uma decisão. O endereço Suna redireciona para CompanyOS, cuja licença consultada é Elastic License 2.0 e restringe determinados serviços hospedados. Isso pede leitura da licença para o uso concreto, sem converter a pesquisa em aconselhamento jurídico. No Switch, o contrato documentado não adiciona uma opção automática de parada; o domínio deve modelá-la, e o limite de passos precisa ser configurado. No gdirect, o README descreve uma rota que tenta primeiro um relay de terceiros e oferece uma opção para restringir a seleção aos endereços do Google. São pontos de avaliação, não provas de vulnerabilidade.

O Compose consultado do Open Notebook publica as portas da interface e da API e contém valores de exemplo que exigem troca; a própria documentação de segurança descreve proteção básica. Isso não prova que uma instalação específica esteja exposta, mas mostra por que “self-hosted” não basta como conclusão de segurança. O mesmo cuidado vale para observadores de agentes: eventos e logs podem ajudar a acompanhar uma sessão, mas não demonstram, por si, que o processo esteja vivo ou que o trabalho tenha sido aceito.

Os relatórios distinguem observação estática, alegação do projeto, interpretação e pergunta em aberto. Não instalamos, executamos ou auditamos integralmente esses programas. Uma fonte móvel pode mudar; quando havia revisão fixa acessível, registramos o identificador. Custos, retenção de dados, licenças, confiabilidade e compatibilidade com o Lab exigem ensaios e decisões próprias. Também é preciso distinguir relato de issue de defeito reproduzido e corpus jurídico ou histórico de validação especializada.

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